domingo, 7 de junho de 2015

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Diário da Gorda, décima entrada.

Mas ói Berenice, o nome deste post deveria se chamar "domingo glorioso", que foi o domingo que a gorda teve hoje... Começou ao meio-dia com o brunch tradicional da gorda de domingo. Daí a gorda seguiu trabalhar (como tem feito costumeiramente), e se concentrou de sobremaneira... acabou o artigo, preparou aulas e saiu tomar sopa com a família! Vai gorda!

A gorda foi. Delícia. Depois a gorda fui encontrar um casal e fazer uma putaria básica deliciosa, um casal delicioso, assim, dois, um gorda que nem ela, branquela que nem ela, pau grosso-delícia, outra preta-preta, corpaço, bundona, pauzão... A gorda se refestelou em meio àqueles corpos deliciosos, foi um rebordosa, um refestelo, uma coisa, um sexo, um delicioso, como há tempo não!

E depois a gorda virou amiguinha do casal... trocaram confidências e tudo (na verdade... já de outra vez eu sabia que o branquelo estudava na federal). Acabou virando um possível amante do casal e sentiu-se gloriosa! Saiu de lá meio assim, Berenice, como se pode dizer? Nas nuvens? Voando, pra não dizer com o carro. Pois. Pra finalizar este domingo glorioso a gorda veio dirigindo essa enorme distância de 40 minutos ouvindo os Etudes Tableaux Op.33 e 39 do Rachmaninoff no toque do Nikolay Lugansky. E aí sim foi um gozo completo, àqueles estudos... maravilhosos que são, os estudos que variam entre o máximo que se consegue ser de intimista à violência russa pianeira, a gorda veio vazia ouvindo, numa paz absoluta. Mas ói Berenice foi incrível o intimismo na gorda, que tava flutuante n meio de todas aquelas notas. Berenice, me segura, senão vou pro céu ser Anjo cas amiga Leila! Fiquei até com medo de rodar-rodar-rodar sem saber exatamente para onde é que eu iria. Acabei em casa.

Ai que leveza Berenice... Me prende nessa cadeira, faz eu ficar nesse mundo Berenice!
E boua notchy, que amanhã tem mais.

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