Misigura Berenice, misigura que eu vou cair nesta retrete!
Querido diário, a gorda tá um ó! O ó do borogodó... Trabalhando, trabalhando, trabalhando, estressada e tudo o que. Me deixe trabalho, saia deste corpo, ele pertence à preguiça! À lascívia e aos vícios! Saia virtude! Essa virtude, coisa de homem branco de terno "que trabalhador que era", URGH! Morra!
Bem, mas não bastasse isso, tô cheia das crises intestinais. Assim, uma intolerância à lactose nas alturas. É incrível, diário, a gorda: intolerante! Mas não é com sua própria gordura dessa vez, nem com a dos outros, com a lactose... (A irmã da gorda fala que todas as intolerâncias tem um fundo auto-imune, e tudo que é auto-imune tem um fundo psicopatológico de auto-extermínio, auto-mutilação. Mas haja Lacan pra dar conta dessa teoria. A gorda mesmo não dá... no máximo ela vai no banheiro ter uns quilos de diarréia).
Pois bem, no meio disso tudo vamos fazer um banheirão né? Porque os intolerantes são também filhos de Iechibaba e merecem putanhar...(Iechibaba foi quem transformou a Rusalka no demônio das águas, mas isso é outra história). Mas não é que... no meio dessas cólicas monstruosas, Iechibaba sorriu pra gorda, e mandou assim o banheirão mais babado de Chapecó.
A gorda, foi, encontrar um bofinho... vamos pro privé? Vamos, claro! A gorda se pegando com o bofinho e tudo e tal, chega um segundo... Venha, venha, venha, tem lugar pra nós três. Ui.
E foi isso. Iechibaba arrotando satisfeita.
Berenice, Ela decidiu me mandar todos os banheirões não acumulados tipo mega-sena. A gorda se jogou naqueles corpos. Com intolerância ou sem, vamos pro banheiro.
Boa notchy Berenice.
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